Ciclo da Recusa: se seu filho recusa muitos alimentos, você precisa agir rápido e eu vou te ensinar como.


Após 11 anos de pesquisa, uma metodologia vem mostrando resultados rápidos e surpreendentes na aceitação de alimentos de bebês e crianças seletivas.

Sobre a autora

Milene Henriques

Milene Henriques, nutricionista, especializada em nutrição infantil e Mãe de 2. Utilizou seus 11 anos de pesquisa e experiência como mãe para criar o projeto Bebê Bom de Garfo, que já ajudou mais de 5 mil crianças a aumentarem muito a aceitação alimentar.


"SOCORRO! Meu filho não quer comer..."

Essa é a frase que mais escuto em meus atendimentos. E se essa é sua preocupação, você chegou ao lugar certo...

O que vamos abordar aqui nessa matéria vai muito além de dicas rasas que vemos por aí nos Blogs de internet.

Vou te ensinar uma metodologia cientificamente comprovada e testada por mais de 5.342 mães até o momento.

Mães que já estavam desesperadas, frustradas, estressadas e se sentindo derrotadas pelo problema alimentar de seus filhos.

Mas que ao aplicar o que ensino nesse texto, conseguiram aumentar MUITO a aceitação de alimentos da criança e viver momentos prazerosos nas refeições.

Quando uma criança rejeita muitos alimentos ela está dentro do que chamamos de “Ciclo da Recusa Alimentar”

E para tentar fazer essa criança comer todas as mães que ajudei já tinham “tentado de tudo”:

  1. Forçar
  2. Chantagear
  3. Dar prêmios
  4. Deixar com fome
  5. Distrair
  6. Mudar a forma de preparo mil e uma vezes...

Mas fazendo isso o resultado era sempre o mesmo.

Muito cuspe, boca fechada, birras, estresses e nada de se alimentar...

O que causava uma preocupação extrema nessas mães em relação ao desenvolvimento e saúde do filho.

Nenhuma dessas atitudes fará seu filho comer melhor (Na verdade isso só piora dia após dia)...

E vamos entender aqui o porquê.

Mas o mais importante que quero te ensinar nessa matéria não é o Ciclo da Recusa em sí.

Quero te ensinar como QUEBRAR esse ciclo e sair dele, fazendo seu filho se interessar pelos alimentos.

Quero te mostrar uma metodologia fruto de 11 anos de pesquisa e experiência que já resolveu o problema da recusa alimentar em mais de 5mil bebês e crianças.

Mesmo nos casos em que a mães já estava esgotada e sem esperanças de resolver esse problema.

E pode ser que esse seja o seu caso.

Mas se você se preocupa com a alimentação do seu filho e já está desesperada buscando uma solução para acabar com a recusa alimentar dele...

Você está prestes a ler algo que mudará essa situação (em pouco tempo)


Olá, mamãe...

Meu nome é Milene Henriques, sou nutricionista há 11 anos, fiz mestrado em nutrição pela UFMG e me especializei em nutrição infantil.

Mas o mais importante é que sou mãe de 2, então nada do que você ler aqui será opinião apenas de uma profissional da saúde.

Será uma mãe que sabe muito bem as dificuldades que passamos e que sabe que nada é tão simples quanto o que os pediatras e palpiteiros de plantão dizem...

“É só deixar ele com fome que ele vai comer...”

“Isso é pirraça... falta de limite.”

“Na minha época a gente comia assim e ninguém morreu por isso”

“Deixa o menino comer o que ele quiser”

Ou o pior, que a maioria dos profissionais fala:

“Isso é só uma fase, vai passar, não se preocupe.”

Como assim, não se preocupar??

Meu filho não come bem há semanas e eu devo esperar isso passar?

Eu te digo que NÃO, não espere passar!

São palpites como esses que dão início ao Ciclo da Recusa e são eles que alimentam e pioram toda a situação.

E o pior é que muitas vezes esses “conselhos” vem de profissionais.

E é por isso que hoje chegamos a uma situação alarmante.

G1
Fonte: Bem Estar Globo [G1]
BBC
Fonte: BBC News Brasil
ESTADAO
Fonte: Jornal Estadão

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS): “Pela primeira vez na história, uma geração pode viver menos que os pais e o motivo está na má alimentação.”

Nossas crianças podem morrer antes de nós por não saberem comer.

Mesmo com todo o avanço científico, que deveria aumentar a expectativa de vida dos nossos pequenos.

Isso é gravíssimo!

Crianças que rejeitam muitos alimentos são chamadas de crianças seletivas e precisam rápido sair do Ciclo da Recusa, para que essas consequências não se tornem reais.


Mas o que é o Ciclo da Recusa Alimentar?

A primeira pessoa a falar disso foi a Katja Rowell e o ciclo funciona assim:

Ciclo da Recusa Alimentar

Fonte: Adaptado de Katja Rowell

Como podemos ver na imagem, a primeira coisa que acontece é um desafio alimentar.

A criança até comia bem, mas por algum motivo (doença, nascimento dos dentes, alguma mudança brusca na vida...) ela para de comer.

Ou mesmo o bebê logo na Introdução alimentar apresenta dificuldades para fazer a transição do peito e aceitar alimentos sólidos.

Nesses casos, os problemas mais comuns são:

Trocar todas as refeições pelo leite ou por bobeiras, rejeitar um grande grupo de alimentos, comer muito pouco, só comer comida amassada ou batida, cuspe e ânsia de vômito, entre outras...

E isso leva a mãe a uma preocupação extrema (e com razão).

Desesperada com essa situação a mãe busca ajuda na internet ou com profissionais despreparados.

E é aí que o problema se agrava...

A informação que a mãe recebe não é de qualidade e acaba sendo como tentar apagar o fogo com gasolina.

Ou seja, no desespero para consertar a situação e com conselhos como: “Faça de tudo para ele comer”, a mãe acaba tomando atitudes que pressionam a criança.

Isso faz com que a refeição seja vista como um momento ruim na cabeça do filho...

E o que acontece?

A criança cria mais e mais resistência pelos alimentos, o que faz a mãe pressionar mais e mais...

E aí o Ciclo da Recusa está completo.

E quanto mais tempo a criança fica dentro desse ciclo mais perigoso é.

A UNICEF estima que hoje 40% das crianças (mesmo as de classe média e alta) sofrem de Fome Oculta.

Que é quando a criança até ingere alimentos, mas não come em quantidade e variedade suficiente para nutrir as células.

O que pode promover um quadro de desnutrição, mesmo em crianças aparentemente saudáveis.

Mas não pense que isso tudo é culpa sua, mamãe. Por que NÃO É!

A culpa é da falta de informação de qualidade.

Mas a boa notícia é que é muito possível QUEBRAR este ciclo e fazer com que seu filho aceite novos e bons alimentos.

E é isso que quero te mostrar daqui pra frente...


O que fazer para quebrar o ciclo?

Bom, vou começar te mostrando o que mantém o ciclo e por isso você precisa parar de fazer:

  • Ceder sempre às vontades da criança ("pois assim pelo menos ele come algo")
  • Usar artifícios (brinquedos, celular, tablet, televisão...)
  • Chantagear (“Se não comer fica de castigo”)
  • Deixar com fome
  • Usar recompensas (“Só ganha ‘isso’ se comer tudo”)

E principalmente

  • Forçar a criança a comer.

Todos esses artifícios só pioram a situação de uma criança seletiva.

E sabe porque isso acontece?

O paladar de uma criança seletiva está acostumado a aceitar apenas alguns determinados sabores e consistências.

Por isso é muito comum que uma criança troque todas as refeições pelo leite ou mesmo que ela só queira as bobeirinhas.

Pois são alimentos cientificamente elaborados para terem sabores conhecidos pelas crianças.

Então não adianta oferecer diversos alimentos no prato e torcer para que a criança um dia prove algum e goste...

Seu filho precisa estar acostumado àquele novo alimento, caso contrário ele não vai nem provar.

O que precisamos fazer para que nossos filhos aceitem novos alimentos é Alfabetizar o Paladar.

Essa metodologia consiste em acostumar o paladar a entender aquele sabor novo, aquela consistência nova, a textura nova, que o alimento desconhecido oferece.

Sem acostumar o paladar antes, não importa o que você faça, seu filho vai continuar rejeitando tudo que você colocar no prato.

Não adianta usar nenhum artifício que te contei acima. Nada disso fará com que ele coma melhor de maneira definitiva.

A lógica é simples:


“Tentar forçar uma criança seletiva a aceitar um alimento novo, sem Alfabetizar o Paladar dela antes, é como forçar ela a ler um livro sem aprender o abecedário.”


E agora você já entende o porquê todos esses artifícios que falei acima não funcionam.

Pois eles não agem na causa raiz do problema, que é Alfabetizar o Paladar.

Assim que as mães que eu ajudo entendem como fazer isso e aplicam em suas casas, os resultados começam a aparecer...

Alguns deles em menos de 1 semana.

Como é o caso da Giovanna.

Eu recebi um e-mail dela que me deixou muito abalada.

Mas ao ler fiquei impressionada em como essa mãe conseguiu aplicar a Alfabetização do Paladar para quebrar o Ciclo da Recusa em tão pouco tempo.

Tenho certeza que, após ler esse e-mail você estará mais preparada para usar a Alfabetização do Paladar na sua casa e aumentar a aceitação de alimentos do seu filho.

giovanna p1

"Oi, Milene.

Meu nome é Giovanna e sou mãe do Bento.

Meu filho até comeu bem durante um tempo... Aceitava tudo que eu dava.

Mas já tinha mais de 1 ano que ele estava dando muito trabalho para comer.

E eu já tinha feito de TUDO que você imaginar Milene...

Eu ofereci prêmios se ele comesse, eu ameacei deixar de castigo, deixei com fome, dei o celular para ele distrair, forcei ele a comer, briguei, pedi a Deus...

NADA.

Nada disso fazia ele comer melhor.

Eu cheguei a levar ele em pediatras e nas primeiras vezes eles me falavam sempre a mesma coisa: “É uma fase, vai passar!”

Mas, como eu imaginava, não era uma fase. E cada dia que passava a situação parecia piorar mais e mais.

Ele trancava a boca, fazia pirraça, chorava, cuspia... Parecia que a comida machucava ele.

E no final era sempre a mesma coisa. Não comia quase nada e eu me sentia frustrada, derrotada e desesperada por ver meu filho rejeitar tudo que eu colocava no prato dele.

Eu pensava: O que vai acontecer com a saúde dele se continuar assim?"

giovanna p2

"Comecei a comprar tudo que via na frente para tirar esse peso da minha consciência

De engrossantes de mamadeiras até remédios para abrir o apetite... Eu fiz de tudo para que ele pelo menos estivesse de barriga cheia.

Mas foi em um almoço de família que meu chão caiu e eu decidi que precisava fazer algo para acabar com esse problema desde a raiz...

Eu e meu marido fomos na casa da mãe dele (minha sogra) para almoçarmos.

Nessa época nosso casamento estava meio abalado justamente por causa desse problema na alimentação do Bento. Meu marido achava que nosso filho devia que comer o que quisesse...

Ele falava assim: “Eu cresci comendo assim e to vivo até hoje”

(Está vivo mas tem pressão alta, está com sobrepeso e princípio de diabetes.... Não queria isso pro Bento.)"

giovanna p3

"Toda vez que saíamos para almoçar fora eu já sentia um calafrio... O Bento não comia nada, fazia um show e todo mundo ficava olhando para mim como se eu fosse a culpada.

Nesse domingo na casa da minha sogra eu já imaginei que não seria diferente.

Ainda mais que a minha sogra não perdia a oportunidade de dar pitaco na alimentação do meu filho, sempre me alfinetando e me tratando como uma péssima mãe e esposa.

Eu coloquei o mínimo possível no pratinho do Bento pra que eu não precisasse forçar tanto.

E logo que eu coloquei minha sogra já falou: “Só isso? Por isso que esse menino tá magro assim!”

giovanna p4

"Sentamos à mesa e eu comecei a tentar dar comida para ele, mas ele rejeitou quase tudo. Comeu uma colher de arroz e não quis mais nada.

Quando eu comecei a insistir ele já abriu a boca para chorar.

Ia começar tuuuudo de novo... e para evitar qualquer transtorno eu não insisti muito

Mas meu marido quis insistir mais um pouco para fazê-lo comer e o Bento foi ficando cada vez mais nervoso.

Até que, sem avisar, o Bento deu um tapa no prato, derrubando toda a comida no chão.

Nesse momento minha sogra deu um berro:

“ISSO É FALTA DE LIMITE! FALTA DE PULSO FIRME DA MÃE. NA MINHA ÉPOCA, SE NÃO COMESSE A CORREIA COMIA!”

giovanna p5

"O bento parou de chorar e ficou muito assustado. Eu fiquei sem reação...

Peguei minhas coisas sem falar nada, deixei o Bento com o pai e fui pra casa.

No caminho eu chorava muito, de soluçar. E só conseguia pensar que realmente a culpa era minha...

Quando meu marido chegou em casa com o Bento ele me consolou e falou que nós íamos achar uma solução juntos.

Eu estava decidida a acabar com a angústia de ver meu filho rejeitar tudo que eu preparei com carinho.

Procurei a solução em todos os cantos que você imaginar e depois de alguns dias procurando achei você, Milene.

Li uma matéria sua na internet, onde você ensinava como Alfabetizar o Paladar de uma criança seletiva.

Eu me empenhei em aplicar tudo que você falou naquela matéria. A cada dia o Bento ia dando sinais de melhora.

Mas ele realmente começou a aceitar novos alimentos depois de 15 dias"

giovanna p6

"Por dentro eu dava pulos de alegria, me sentia a melhor mãe do mundo por ter conseguido.

A mesa de refeições não era mais um pesadelo, era um momento de paz e conversa em família.

Mas ainda faltava a prova de fogo.

Novamente fomos convidados a almoçar na casa da minha sogra, mas dessa vez eu sabia que seria diferente. Eu estava confiante e sabia como agir em cada situação.

Quando eu coloquei o prato do Bento, minha sogra até torceu o nariz.

O prato tinha de tudo, era colorido e tinha uma quantidade boa de comida.

No início ele até rejeitou algumas coisinhas, mas com o que me ensinou na Alfabetização do Paladar, eu consegui contornar e ele foi comendo...

Foi comendo e gostando...

E você precisava ver a cara da minha sogra quando o Bento deu a última colherada!

Ela não acreditava! E para falar a verdade, nem eu acreditei...

Como alguns ajustes puderam fazer tanta diferença na nossa vida e na alimentação do Bento em tão pouco tempo (cerca de 15 dias)"

giovanna p7

Ao final do almoço ela me chamou no canto da sala e chorando ela me abraçou pedindo desculpas pelo que tinha falado antes.

E Milene, hoje eu te escrevo esse e-mail simplesmente para agradecer.

Você não tem noção do quanto mudou nossa vida aqui em casa e principalmente a vida do meu filho.

Por favor, continue fazendo o que faz, não pare por nada de ajudar outras mães.

Todas as mães merecem saber o que você me ensinou naquela matéria.

Muito Obrigada!

Giovanna Silveira

giovanna p8

Assim como a Giovanna, mais de 5 mil mães já conseguiram deixar pra trás a angústia e o desespero de ver o filho não comer nada...

Mas elas só conseguiram isso pois não se basearam no senso comum e nos palpites.

Elas seguiram um método com base na ciência e que já foi aplicado por milhares de outras mães como ela...

Um método que vai muito além de te ensinar receitas e preparos diferentes,

Um método que vai além de oferecer e torcer para que ele prove e aceite,

Esse método utiliza o antes o durante e o depois da refeição para educar o paladar a aceitar o novo...

E se você também quer conhecer e aplicar esse método na sua casa, vem comigo

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